Home Fertilidade Tratamentos Outros tratamentos





Este procedimento, desenvolvido por Cohen em 1990, geralmente é feito no intuito de melhorar as taxas de implantação dos embriões. O processo consiste em fazer um pequeno orifício na parede externa dos embriões (zona pelúcida), possibilitando que haja melhor fixação do material embrionário na parede do útero.

Geralmente, se faz o processo nos embriões gerados após uma FIV. O procedimento é realizado utilizando-se técnicas de micromanipulação. Nestes casos pode-se usar uma solução ácida ( Tyrode’s ) ou Laser para produzir um pequeno corte de 30 micrômetros na parede do embrião. As indicações para se realizar o processo são idade materna avançada, reserva ovariana diminuida, zona pelúcida muito espessa, falha de implantação em FIV prévia, aumento de fragmentação embrionária e clivagem embrionária reduzida. Observa-se um aumento médio de cerca de 15% nas taxas de gestação nestes casos em relação aos casos sem “assisted hatching”.



Este procedimento visa a colocação do espermatozóide e do óvulo juntos dentro da trompa da paciente. Da mesma forma que na FIV é feita uma superestimulação ovariana para se obter um bom número de folículos e de óvulos. No momento adequado os óvulos são aspirados do ovário, da mesma maneira que na FIV, e 3 ou 4 são selecionados. Apos esta seleção estes são colocados junto com uma solução de espermatozoides dentro de um tubo por alguns minutos. Ao mesmo tempo é realizada uma laparoscopia para se visualizar e ter acesso a uma trompa de falópio. No momento que a trompa é fixada por uma pinça a solução de espermatozóides/óvulos é injetada dentro desta atraves de um fino cateter. Neste processo a fertilização não ocorre "in vitro" mas sim em seu ambiente natural que é na trompa de falópio. Em 1998 cerca de 1300 ciclos de GIFT foram realizados nos EUA com uma taxa de 27,8% de gestação. A desvantagem deste procedimento em relação à transferência uterina dos embriões na FIV clássica é não se ter certeza se o processo de fertilização efetivamente ocorreu e a necessidade de dois procedimentos cirúrgicos com anestesia, primeiro para a coleta de óvulos e depois para a laparoscopia visando a colocação dos gametas na trompa. Tendo em vista que as taxas de gestação são comparáveis nos dois procedimentos observa-se uma diminuição acentuada do número de GIFT realizadas nos últimos 5 anos.



Este processo também conhecido como transferência tubária no estágio de pronúcleo (PROST)é quase idêntico em todas as etapas ao GIFT. A única diferença é que ao invés de se transferir para dentro da trompa uma solução de espermatozóides/óvulos, se tranfere o embrião em seu primeiro estágio de fertilização - zigoto ou estágio de pronúcleo. Para isso, após a retirada de óvulos e a coleta de espermatozóides, estes são incubados por um período de 24 horas para haver a fertilização.

Após a identificação do sucesso do processo de fertilização, os zigotos são transferidos para a trompa através da Laparoscopia como descrito anteriormente. Do mesmo modo que na GIFT a desvantagem deste procedimento em relação à transferência uterina dos embriões é a necessidade de duas anestesias e uma laparoscopia para a colocação dos embriões na trompa.



Uma variante da ZIFT, a transferência tubária de embriões utiliza para transferência embriões no segundo dia pós-fertilização (2 a 8 células). O procedimento é feito por via vaginal, sem anestesia, se utilizando um cateter especial que penetra no útero e daí para dentro da trompa onde os embriões são depositados.

O procedimento é monitorado por ultrasom para termos a noção exata da posição que se quer colocar os embriões. Em 33 procedimentos realizados com uma média de 2,9 embriões transferidos houve um percentual de 33% de gestação.



Esta técnica geralmente é utilizada para melhorar o percentual de fertilização em pacientes idosas. O processo consiste em se retirar, através de micromanipulação, parte do citoplasma do óvulo de pacientes idosas e substituir por citoplasma retirado de óvulos de mulheres jovens. Com isso pretende-se “vitaminar” o óvulo da paciente idosa e melhorar as taxas de fertilização e gestação.

O procedimento ainda é motivo de polêmica e foi até proibido em alguns países devido ao fato da fração do citoplasma injetado no óvulo da mãe conter uma fração do DNA da paciente jovem. Com isso poderíamos ter um embrião resultante com DNA vindo de três pessoas: do espermatozóide do pai, do núcleo do óvulo da mãe e de parte do citoplasma da doadora jovem.



Esta também é uma técnica ainda polêmica e controversa, também proibida em alguns países. Da mesma forma que o procedimento anterior, através de micromanipulação, o núcleo do óvulo de uma paciente idosa, contendo toda sua informação genética é retirado e introduzido dentro de um óvulo de uma paciente jovem. Com isso podemos usufruir de todo o potencial de um óvulo com citoplasma jovem mantendo as características genéticas da paciente. Do mesmo modo que na transferência de citoplasma, parte do DNA da doadora é incorporado ao embrião resultante que dessa maneira seria composto por DNA de três pessoas.





Indução da Ovulação

Inseminação Artificial

Fertilização "in vitro"

FIV com Doação de Óvulos

Tratamentos com sêmen de doador

PGD

HLA-G

Infertilidade Imunológica




Assisted Hatching:



 clique para ver a sequência
© clínica de medicina reprodutiva 2003
Rua Alexandre Ferreira, 462 - Lagoa - Rio de Janeiro - Telefone: (21)2286-5921 | 2537-5218 - Fax: (21) 2579-0198